Por que fazemos o que fazemos?


Por que fazemos o que fazemos?, de Mário Sérgio Cortella, que versa sobre o propósito de cada um e vale muito a pena ser lido, foi publicado pela Editora Planeta em 2016.

ORVENTURA, significando por acaso, deve SEMPRE ser grafada numa única palavra. Da forma como estão colocados os termos POR e VENTURA, o significado é outro: por sorte.
Alguém é capaz (no sentido de ter capacidade) DE ou PARA alguma coisa. O emprego das preposições não é facultativo e nem mero detalhe que não prejudica a regência (o integrante da equipe é capaz até de cumprir a ordem).
O verbo GOSTAR no sentido de ter afeição é transitivo indireto e pede a preposição DE (para ter o resultado de que eu gosto).
A colocação pronominal é um tema cheio de pequenos detalhes e regras, que podem até ser deixados de lado quando estamos falando ou escrevendo em contexto informal (em mensagens de texto, por exemplo). Sobretudo em relação à mesóclise (colocação do pronome no meio do verbo, como em “far-se-ia”, “convidar-te-ei” e outros tão esquisitos quanto), a tendência é aceitar que sua aplicação evolua para formas mais usuais. No entanto, em textos escritos e em contexto formal, não é razoável abandonar a norma culta. Por isso, a colocação do pronome oblíquo átono antes do verbo (próclise) em começo de frase é inadequada. O correto, no caso, é a ênclise, que é a colocação do pronome após o verbo, como em elevar-me.



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