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O menino do dedo verde


O menino do dedo verde, de Maurice Druon foi publicado em 2017 pela editora Jose Olympio. Escrito em 1957, foi a única obra fictícia e de linguagem infantil do autor. A história de Tistu, contada sob seu ponto de vista, é de uma pureza sem fim.
O verbo LEMBRAR-SE, no sentido de trazer à memória, é pronominal e pede a preposição DE (lembrar-se de que foi expulso da escola) – pág. 32.
Quando nos referimos a tempo, normalmente usamos advérbio ou locução adverbial. Na foto acima, AQUELE DIA faz o papel da locução. O erro está na falta da preposição EM, indicativa de tempo. O outro erro diz respeito à conjugação do verbo SER: a primeira frase está no passado (Tistu descobriu) e a segunda frase deveria manter o tempo verbal (por que ERA que o jardineiro falava tão pouco) – pág. 39.
No excerto acima, falta alguma preposição designativa de tempo (POR ou DURANTE, por exemplo), vez que o autor está fazendo uma referência temporal. O pronome indefinido UMA, desacompanhado de preposição, funcionaria caso a expressão UMA HORA INTEIRA fosse o sujeito da oração, o que não é o caso – pág. 117.
Embora o verbo haver indicando decurso de tempo seja impessoal, não indo para o plural, a flexão de tempo é obrigatória. No caso, como a frase está no passado, o verbo deve acompanhar (ela o preocupava havia vários dias) – pág. 120.